croqueta de pastrami com brie e molho bechamel

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dia desses eu fui num bar de tapas. esses lugares que servem micro porções e você tem vontade de experimentar todas elas. lembrei de uma viagem que eu fiz à espanha, e como eu lembro de quase tudo que eu comi. considerando que eu tenho memória de passarinho e isso faz 10 anos, só posso constatar que a comida realmente era muito boa. provei todas as tapas que consegui, e algumas indico até hoje para quem vai viajar. 

então resolvi treinar as receitas de tapas, e junto com as que aprendi em um workshop com os meninos do ogrostronomia (depois eu conto mais), eu queria alguma outra. lembrei do bar de tapas, lembrei da croqueta de jamón. na falta de jamón, usei o pastrami e o brie pra dar um tchananan. a receita do molho fica pra um próximo post, ok?

a foto é de salivar, e o resultado é sensacional…. mas com tanta coisa boa dentro e ainda por cima frito, fica difícil ser ruim, né?

ingredientes:

  • 300ml de leite
  • 1/4 de xícara de chá de farinha de trigo
  • 50g de manteiga sem sal
  • 60g de queijo brie
  • 4/5 fatias grandes de pastrami
  • sal e pimenta
  • noz-moscada
  • 2 ovos
  • farinha 

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como faz: em uma panela pequena, derreta a manteiga em fogo baixo. tire a panela do fogo. adicione a farinha aos poucos, misturando bem. volte a panela para fogo baixo. adicione o leite, aos poucos, misturando bem. tempere com sal, pimenta e a noz-moscada em pó (useu duas botas pitadas). quando começar a ferver, desligue o fogo. a consistência deve ser de uma pasta bem, bem grossa. adicione o queijo picado e o pastrami picado bem pequenino. deixe a mistura esfriar e leve à geladeira por 30 minutos. retire da geladeira e molde suas croquetas. coloque uma panela no fogo com uns 4 dedos de óleo. tem que ser o suficiente para a croqueta afundar e tem que estar MUITO quente. em um prato fundo coloque os ovos levemente batidos e em outro, a farinha. passe a croqueta no ovo, depois na farinha, e coloque no óleo. atenção! elas ficam prontas bem rapidinho mesmo, é só esperar dourar, tirar da panela, secar bem e servir! olé! 🙂

 

panzanella

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olha, eu não sou muito de competições. não curto. tenho preguiça. deixo os outros ganharem. deve ser porque quando eu era pequena eu era ruim de competir e fiquei traumatizada. na verdade a única pessoa que eu gosto de competir é comigo mesma, uma coisa meio maníaca. então resolvi participar do desafio do mês do panelinha porque eu queria tirar uma foto bonita e, acima de tudo, provar a receita (lógico!). já adianto que deu super certo, que delícia! uma saladinha bem veranesca mesmo!

eu fui pesquisar um pouco e achei muuuitas variações. com alcaparra, sem pepino, com queijo, com pimentão, com anchova, enfim… você pode ir adaptando e fazer a sua versão favorita. a receita do desafio está aqui, mas vou copiar aqui embaixo também. 

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ingredientes:

  • 2 tomates bem maduros, sem pele
  • 4 a 6 fatias de pão amanhecido
  • 1 cebola-roxa
  • 1 pepino
  • um punhado de manjericão
  • 2 colheres (sopa) / 30 ml de vinagre de vinho branco
  • 6 colheres (sopa) / 90 ml de azeite extra-virgem
  • sal e pimenta-do-reino a gosto

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preparo: 1. Se a casca das fatias de pão estiver muito dura, corte-a. Coloque de molho numa tigela, cobrindo com água e 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco. Deixe o pão amolecer, mas sem excessos: não é para virar uma papa. Quanto tempo leva? Depende da consistência do pão. Retire da água, reserve. 2. Tire a pele dos tomates e corte-os em cubos, aproveitando inclusive a “água” que se desprende. Coloque-os numa saladeira. 3. Descasque e corte a cebola em rodelas bem finas; corte o pepino, também em fatias fininhas. Junte tudo aos tomates. 4. Rasgue o pão amolecido em pedaços pequenos, com as mãos. Adicione à saladeira. 5. Rasgue as folhas de manjericão e agregue. Tempere com sal, pimenta-do-reino, 2 colheres (sopa) de vinagre e uma generosa quantidade de azeite, no mínimo 6 colheres. Mexa bem, de modo que o pão absorva todo o azeite, o vinagre, o sal e a pimenta. 6. Cubra com filme e deixe na geladeira por 1 hora. Leve à mesa alguns minutos antes de servir, para que volte à temperatura ambiente.

 

 

salada com molho de iogurte

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adoro salada. adoro agrião. eu posso comer um pé de agrião sozinha em alguns minutos e pedir mais. mas eu respeito os outros, sei que nem todo mundo gosta. dia desses acordei com desejo. então fiz essa salada supimpa de agrião, mussarela de búfala, salmão defumado e molho de iogurte. muito muito fácil, saudável até a última mordida e deliciosa e refrescante. 

então quando você encher dos molhos prontos, e dos básicos, tenta esse. sem mistério e sem desculpa pra ser saudável. 

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ingredientes: 

  • 1 pote de iogurte desnatado (180g)
  • 1 xícara de chá de endro
  • suco de um limão
  • duas colheres de sopa de azeite extra-virgem
  • sal e pimenta

como faz: bata todos os ingredientes no processador. tempere com sal e pimenta, prove e corrija se necessário. regue sua salada predileta e pronto!

enroladinho de abobrinha

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e você resolve fazer aquele convescote, aquele trelelê, aquela “coisinha nada demais lá em casa”. e em algum momento você tem que decidir o que servir pras pessoas, certo? mas sem ser gordo demais, nem caro, nem receita difícil, senão dá preguiça. 

então serve uns enroladinhos de abobrinha muito simpáticos, que tal? e olha que beleza, pelas minhas contas cada um desses tem 2 calorias. brincadeira. umas 15? mas quem se importa?

ingredientes: 

  • duas abobrinhas grandes (rendem aproximadamente 30 enroladinhos)
  • mussarela de búfala
  • tomates cereja
  • manjericão fresco
  • sal e pimenta
  • palitinhos/espetinhos

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como faz: tempere a mussarela com sal e reserve. lave bem as abobrinhas. fatie-as com um descascador de legumes ou, se você tem jeito, com uma faca poderosa que você consiga fazer fatias bem fininhas. aqueça uma frigideira larga com um pouco de azeite. tempere a abobrinha com sal e pimenta. coloque as fatias na frigideira (mais ou menos 3 por vez), e dê uma dourada nos dois lados. atenção: a abobrinha vai sugar todo o azeite, cuidado para não queimar nada nem enxarcar com azeite. depois de prontas, espere um pouquinho até que esfriem e você consiga manuseá-las. monte os rolinhos, enrolando a fatia de abobrinha em volta de um pedaço de mussarela, depois passando o palitinho com o tomate  e folhinhas de manjericão espetados. claro que você pode colocar na ordem que quiser, e fazer a combinação que achar melhor. tudo pronto e bom espetinho!

guioza

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eu sou apaixonada por esses pasteizinhos, acho a combinacão de sabores perfeita. como eu já disse em outro post, eu adoro comida oriental então volta e meia vai ter alguma receita aqui.
você vai precisar de um pouco (só um pouco!) de paciência pra comprar os ingredientes, mas vale muito a pena. eu comprei a massa pronta, e um pacotinho que rende 20 guiozas custou menos de R$3. diz se não vale a pena? lá embaixo vou colocar alguns links de lojas de produtos orientais no rio. se alguém conhecer mais alguma pode deixar nos comentários 🙂 o molho de gergelim é bem fácil de achar, e custa em torno de R$13 o frasco pequeno. como rende muito muito, acho bem válido ter na despensa. se você tiver aquelas panelas de bambu, lindo. se não, use o escorredor de massa acoplado na panela, ou qualquer outro acessório que você use para fazer comida no vapor.

então sem mais delongas, vamos ao que interessa:

ingredientes: (para 20 guiozas)

  • 300g de lombo de porco moído ou muito bem picado
  • um pedaço de aproximadamente 4cm de gengibre ralado
  • 3 colheres de sopa de shoyu
  • 3 colheres de sopa de molho de gergelim torrado
  • 3 dentes de alho
  • 100g de broto de feijão (moyashi)
  • sal a gosto
  • um punhado de cebolinha picada

para o molho: 

duas partes de shoyu para uma parte de molho de gergelim. é só misturar bem. Imagem

como faz: em um recipiente, misture bem todos os ingredientes. em um pote pequeno, coloque um pouco de água e deixe por perto. coloque no fogo uma panela grande com uns 2 litros de água para ferver e acople o escorredor. agora é hora de montar os guiozas. com uma mão abra a massa e com a outra coloque o recheio no meio, aproximadamente uma colher de sobremesa cheia. molhe um pouco os dedos e passe na borda da massa. isso vai fazer com que a massa grude. não se preocupe se o guioza ficar gordinho demais, porque na hora de cozinhar a carne vai diminuir de tamanho. feche e faça o acabamento, molhando um pouco mais os dedos e fazendo pequenas ondas com as bordas. quando a água estiver fervendo, coloque delicadamente os guiozas no escorredor, quantos couberem por vez, e tampe a panela. deixe por aproximadamente 10/12 minutos, enquanto você prepara o molho. retire os guiozas prontos e coloque uma nova leva. sirva bem quentinho!

lista de lojinhas de produtos orientais abaixo onde você pode tentar achar a massa pronta:
casa vitana
japa store
loja de produtos orientais no flamengo (pertinho do restaurante broz)
casa fuji

patê feito em casa

pate2

eu tenho ressalvas com comida enlatada. sempre que olho uma eu penso: mas como pode uma comida ficar 3 anos dentro de uma lata e sair de lá intacta? fico muito desconfiada. eu sei, eu sei, você vai me falar que a lata é hermeticamente fechada, que existe todo um processo, que é super confiável, bla, bla, bla. mas eu sou desconfiada mesmo. e usei isso de desculpa/motivo pra fazer meu próprio patê. chique, né, bem? servi patê pros meus convidados que eu mesma fiz.

então o meu argumento é que você pode fazer patê de um monte de coisa, que ele dura duas semanas na geladeira, que é super saudável, que você vai morrer de orgulho de servir seu próprio patê e que todo mundo vai devorá-lo.

ingredientes:

  • 300g de fígado de frango
  • 5 folhas de louro
  • 1 cebola pequena
  • 4 dentes de alho
  • 1 ramo de tomilho
  • 100g de manteiga
  • meio copo (uns 150ml) de vinho tinto
  • pimenta moída na hora e sal

como faz: numa frigideira, refogue a cebola picada e o alho. retire da frigideira e coloque no processador. passe um papel toalha para dar uma limpada na frigideira, e depois adicione o fígado, as folhas do tomilho, o louro. mexa bem, em fogo baixo. você vai cozinhar o mínimo aqui, se cozinhar demais ele vai ficar duro e esfarelento. adicione o vinho e deixa reduzir um pouco. descarte as folhas de louro e coloque todo o resto no processador. adicione o sal e a pimenta, a metiga derretida e processe tudo. sem pressa, deixe o processador trabalhar bastante. prove para ver se precisa de mais sal ou pimenta. coloque em um recipiente (o mesmo que você vai servir), tampe bem com plástico filme e leve à geladeira. depois de umas duas horas está pronto pra servir. com bastante propaganda, contando pra todo mundo que foi você que fez!

bruschettas

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receita moleza de bruschettas para servir de entrada. para essas eu usei shitake desidratado e tomate italiano. normalmente no supermercado esses cogumelos desidratados são caros e vem bem pouquinho, então para valer a pena você pode comprar em lojas de produtos orientais. no cadeg, por exemplo, um pacotão de funghi desidratado sai por R$14.

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ingredientes:

– pão italiano

-para a bruschetta de tomate:

  • 5 tomates italianos
  • azeite de oliva
  • 4 dentes de alho picado
  • 1 punhado de manjericão fresco
  • sal e pimenta moída na hora

-para a bruschetta de funghi:

  • 200g de funghi desidratado
  • 2 colheres de sopa de creme de leite
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • 1 taça de vinho tinto
  • 1 punhado de salsa
  • pimenta moída na hora

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como faz: antes de tudo, coloque o funghi para hidratar (é só colocar numa tigela com água e deixar por uns 30min). pré-aqueça o forno na temperatura média. corte seu pão italiano, caso não venha cortado, em fatias de aproximadamente 1,5cm. espalhe as fatias em uma travessa que vá ao forno, regue com um pouco de azeite e leve ao forno por uns 15 minutos.

para preparar a bruschetta de tomate, é só misturar os tomates cortados em cubinhos, o azeite, alho, pimenta, sal e manjericão.

para a de funghi, você vai precisar de um pouco mais de tempo. escorra e seque bem o funghi. derreta a manteiga em uma frigideira, adicione o funghi e deixe amolecer um pouco. depois coloque o vinho e o creme de leite e mexa esporadicamente por uns 10 minutos, ou até o funghi estar bem cozido. apague o fogo, coloque a salsa picada e misture bem. se por acaso sobrar algum “caldo” dessa mistura, descarte antes de servir. o ideal é que os cogumelos fiquem bem macios e absorvam todos os líquidos.

eu prefiro servir o “topo” da bruschetta separadamente, para que cada pessoa se sirva com a quantidade que quiser. mas você também pode servi-las já montadas.